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10.13.2008

perpetuum mobile

página inexistente em branco
uma única pergunta
enorme silêncio
impossível existência
infinita a espera
se o passado me atormenta
o futuro me desespera
ihhh, esqueci do momento

quantas pedras hei ainda
de rolar montanha acima
para depois de chegar ao cume
deixá-las rolar de volta
ao pé da montanha

impalpável o tempo

o momento um vácuo





fui

4 comentários:

Anônimo disse...

cada dia uma surpresa. cada uma melhor do que a outra, poeta!

Janaina Amado disse...

Miro, sou palpiteira assumida, assim não se ofenda, só palpito sobre o que gosto: leia o poema sem o verso inicial. Eu gosto mais!

Anônimo disse...

eu acatei em Rosália muitos palpites porretinhas de Jana. Entre outros tirei um exagero de parênteses.

Anônimo disse...

cadê você? tou com preguiça de ir no emelho... tou com sôdade, mô bem, sôdade
maricotim ditaigarim